Quarta, 28 Março 2007
The Gift e Da Weasel no Estádio Algarve
Não vai faltar animação em torno do Rally de Portugal, prova que este ano integra o calendário do Campeonato do Mundo, onde estão os melhores pilotos e máquinas na actualidade.
Para que as atenções se concentrem no Estádio Algarve, a organização montou uma zona anexa ao recinto, com uma grande área para espectáculos, simuladores de corridas, restauração e um mini-salão automóvel, com 24 marcas presentes.
O hip-hop dos Da Weasel sobe ao palco do 'Fun Park' na noite de sexta-feira. Na tarde de sábado, a animação fica a cargo do ‘ex-morango’ FF. Poucas horas mais tarde actuam os portugueses The Gift.
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Quinta, 15 Março 2007
Festival Creamfields pela primeira vez em Portugal
Prodigy, Soulwax, Who Made Who, Da Weasel e Expensive Soul actuam a 19 de Maio, em Lisboa.
No dia 19 de Maio, o Parque da Belavista, em Lisboa, vai ser palco do Festival Creamfields. O evento de música electrónica, criado há dez anos no Reino Unido, teve a sua primeira edição em 1998 e chega agora a Portugal.
O cartaz ainda não está fechado mas nomes como os Prodigy (na foto), Soulwax, Who Made Who, Da Weasel e Expensive Soul já estão confirmados. São 53 artistas portugueses e estrangeiros em 16 horas ininterruptas de música.
Apesar de ter sido criado com ligação à música electrónica, o festival tem vindo a modificar o seu conceito ao longo dos anos incluindo estilos musicais como pop, rock ou reggae. No recinto vão estar espalhados oito espaços para acolher concertos e actuações de DJ.
O Festival Creamfields nasceu nos anos 90 em Liverpool, Reino Unido, na discoteca Cream. Desde então, já passou por países como Rússia, México, Brasil, Espanha, Turquia e Polónia.
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Segunda, 24 Julho 2006
Da Weasel com Orquestra Sinfónica, 3 Setembro Torre de Belém Lisboa
Ao longo do nosso caminho temos encontrado espíritos livres, que sentem, vivem e até comunicam a música de uma maneira muito similar à nossa, sendo uma delas o Maestro Rui Massena - que dirige a Orquestra Clássica da Madeira e nos propôs orquestrar um concerto dos Da Weasel. Não apenas fazer um simples arranjo de cordas numa e noutra música, mas colocar um conjunto de mais de sessenta instrumentistas ao serviço de uma abordagem inédita que sonhou e concebeu para cerca de uma hora e meia da nossa música… Ao fazer isto, o Maestro pôs-nos um sorriso nos lábios e um formigueiro na barriga. Foram criados novos mundos no nosso mundo. Assim que tocámos pela primeira vez acompanhados pela orquestra no Funchal, sentimos que tinhamos acabado de fazer algo de muito especial. Algo que tinha que ser partilhado com a “família” que nos tem acompanhado e apoiado incondicionalmente nos últimos anos, um pouco por todo o país. Depois da suada actuação do Rock In Rio,“Sinfonic goes Da Weasel” . Um espectáculo em tudo diferente naquele que será o nosso último grande concerto em Lisboa neste ano, antes de começarmos a trabalhar num novo disco… e para apimentar um pouco a coisa, iremos apresentar três temas nunca antes tocados ao vivo (com orquestra ou sem ela).
Na Torre de Belém, a 3 de Setembro, os Da Weasel como nunca os (ou)viram. Entrada Livre.
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Quinta, 13 Julho 2006
Da Weasel Hard Club, Gaia - Como Assistir ao Concerto
O concerto que os Da Weasel irão dar em Gaia no próximo dia 22 de Julho foi organizado pelo Pelouro da Juventude de Gaia e será no Hard Club - Cais de Gaia, 1158. A Entrada será Gratuita. No entanto será Obrigatório apresentação de convite. Esses convites estão apenas disponiveis na Casa Municipal da Juventude:
Casa Municipal da Juventude
Rua Marques Sá da Bandeira, n.º 571-583 4400 Vila Nova de Gaia
Telefone: 22. 374 11 50 Fax: 22. 374 11 55
Como sabemos que muitos de vós não poderão deslocar-se antes do dia do concerto a Gaia, o Pelouro da Juventude disponibiliza no próprio dia 100 convites para as primeiras cem pessoas a chegar ao Hard Club. As portas abrem às 21:00H. O Espectáculo terá início às 22:30H.
Por: Management
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Segunda, 10 Julho 2006
Fim-de-semana em Cheio na Ribeira Quente
Uma vez mais, a festa do Chicharro levou à Ribeira Quente muitos milhares de pessoas, no passado fim-de-semana. Há mesmo quem diga que esta edição superou em números todas as outras.
Este ano os cabeças de cartaz foram os Da Weasel e o Boss AC, que atraíram para a freguesia piscatória uma multidão nunca antes vista. Músicas como Força e Princesa incendiaram o público de alegria que não dispersou até ao final das actuações.
Como se tratou de um festival de música, em grande parte para a camada mais jovem, as madrugas de sábado e de domingo foram passadas na praia do Fogo ao som das raves animadas pelos DJs Kassette e Neuron Toxin que levaram ao rubro as pessoas que não se demoviam pelo cansaço.
Ontem, domingo, a festa encerrou em grande com as actuações do emigrante Mário Marinho e da Banda.com que apresentou um extraordinário reportório de músicas que marcam a actualidade.
Na sessão de abertura, a organização evidenciou o trabalho desenvolvido ao longo de muitas edições, dando provas da experiência arrecadada ao longo de todo este período de tempo.
Por sua vez, o Presidente da Câmara enalteceu a festa afirmando que “é a mais emblemática do concelho e a que mais visitantes atrai, pelo prestígio que atingiu ao longo dos anos”.
Francisco Álvares deixou bem patente que, apesar dos constrangimentos que as autarquias em geral estão sujeitas e a da Povoação não passa ao lado deste problema, atribuiu à Associação Maré Viva, entidade organizadora do evento, uma verba superior a 70 mil euros, demonstrando, desta forma, a importância que o acontecimento tem como cartaz turístico para freguesia e para o município.
No entanto, também deixou alguns recados. “É preciso associar a festa aos pescadores porque foi por eles que ela nasceu”. Ainda no seu discurso, o edil anunciou, para breve, a entrega de 14 casas na Ribeira Quente a famílias carenciadas, referindo que se trata do maior investimento suportado inteiramente, desde há muitos anos, pela Câmara Municipal.
A encerrar a abertura oficial das festas, interveio o representante do Governo Regional, Noé Rodrigues, que voltou a elogiar o trabalho da organização e a hospitalidade das gentes da freguesia que tão bem recebem os milhares de visitantes que durante o fim-de-semana do evento nela permanecem.
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Quinta, 06 Julho 2006
XVIII Festa do Chicharro na Ribeira Quente
A Associação Cultural e Desportiva Maré Viva e a Câmara Municipal da Povoação promovem este fim-de-semana mais uma edição da ‘Festa do Chicharro’ na freguesia da Ribeira Quente.
A sessão solene de abertura solene da XVIII Festa do Chicharro decorre, amanhã, na Cooperativa dos Pescadores da Ribeira Quente, pelas 19h00.
Às 22h00 actua a banda ‘Boss Ac’ e pelas 24h00 decorre uma Rave.
No sábado, a partir das 17h00 há uma tarde desportiva. À noite, pelas 22h00, actua a banda ‘Da Weasel’, ao que se segue mais uma Rave.
No domingo, há também tarde desporto com início às 17h00. O serão começa às 21h30 com actuação de Mário Marinho e o concerto da ‘Banda.Com’.
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Sexta, 16 Junho 2006
“Re-tratamento” de sucesso
Orquestra Clássica e Da Weasel fazem balanço positivo
Segundo a organização, cerca de cinco mil pessoas estiveram na noite da passada quarta-feira no Porto de Recreio de Santa Cruz. Tudo porque em palco voltariam a juntar-se a Orquestra Clássica da Madeira e os Da Weasel. Uma “fusão” de sons e ritmos que resultou tão bem que, no final do concerto, presidente da orquestra, maestro e banda convidada já falavam na possível gravação de um CD.
Pela segunda vez consecutiva, a Orquestra Clássica da Madeira (OCM), dirigida pelo maestro Rui Massena, e o grupo português Da Weasel mostraram que o “hip-hop” e a música clássica podem unir-se, sendo o resultado um grandioso espectáculo de ritmo e de beleza visual. A organização contabilizou a entrada de cerca de cinco mil pessoas, um número que deixou o presidente da Orquestra Clássica da Madeira e também presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, bastante satisfeito. José Alberto Gonçalves referiu que este segundo “encontro” entre a Orquestra e os Da Weasel veio reforçar um sonho que tinha nascido já no primeiro concerto, realizado no ano passado no Funchal, e que é a gravação de um CD. O presidente da OCM salientou também que o concerto de quarta-feira «foi mais profundo pois criou uma maior empatia com o público». José Alberto Gonçalves enalteceu ainda o empenho e o desempenho de Rui Massena, maestro titular da OCM, que, no seu entender, tem sido «incansável no desafio de levar a Orquestra até às pessoas». Na qualidade de maestro condutor deste concerto, Rui Massena confessou que o espectáculo correu muito bem e que, mais uma vez, notou uma grande aproximidade entre o público e os grupos em palco. O facto de ser uma sonoridade muito diferente daquela a que estamos habituados a ouvir nas orquestras clássicas, Rui Massena explicou que é bastante comum ouvir-se nos Estados Unidos a fusão entre dois sons como o hip-hop e a música clássica.
«O importante é mostrar, sobretudo aos mais jovens, que existem outros instrumentos e que podemos fazê-los soar com as músicas que eles gostam de ouvir», salientou o maestro.
Quanto à “performance” da banda convidada, Rui Massena não poupou nos elogios, referindo que os Da Weasel «têm um som muito particular, são muitos profissionais e dá gosto para nós trabalharmos com um grupo assim. Foi uma experiência extraordinária para a Orquestra porque, no fundo são dois “mundos opostos” que souberam fundir-se da melhor forma, acrescentou».
Em nome dos Da Weasel, o cantor Virgul, confessou ao JM que este concerto «foi mais uma vez um autêntico espectáculo. Sentimo-nos muito acarinhados pelo público e muito à-vontade com a Orquestra Clássica da Madeira».
«Um bom desafio» é a expressão que, na opinião de Virgul, define aquilo que a banda sentiu desde o primeiro momento que soube que iria tocar com uma orquestra clássica. «Para nós foi muito bom e desde logo ficamos entusiasmados porque foi uma oportunidade de fazer à nossa música uma coisa completamente diferente».
Quanto ao próximo concerto do género, o músico anunciou que, em Setembro, o grupo voltará a actuar com uma orquestra, mas em Lisboa. O maestro que irá dirigir essa orquestra já está convidado e segundo a banda voltará a ser o Rui Massena.
Quanto ao resto da noite, essa não terminou com
o concerto dos Da Weasel/OCM. A animação continuou com a actuação dos dj’’s Mrs.Cheeks, Rui Murka e Michael C.
Lucia Mendonça da Silva
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Segunda, 12 Junho 2006
Bandeira do Rock junta emigrantes
"Dabliu dabliu dabliu, je parle portugais, ponto com", anuncia Pac Man ao microfone. À sua frente, cinco mil emigrantes e lusodescendentes agitam bandeiras verdes e vermelhas e aplaudem o moreno de tranças rastas "A nossa língua é o nosso maior tesouro". É dia de Portugal e em Paris junta-se a comunidade lusa para um festival -"Festival Caixa", oferecido aos emigrantes pela Caixa Geral de Depósitos - com três das mais bem sucedidas bandas portuguesas: Clã, Da Weasel e Xutos & Pontapés. Inserido no Parc de La Villette, não muito longe do cemitério onde repousa Jim Morrison, o Zénith é uma sala de visibilidade excelente e acústica perfeita. Nas bancadas transpira-se; lá em baixo, em pé, dança-se o hip-hop/rock dos Da Weasel. Minutos antes, os Clã já tinham acendido o rastilho de uma folia incandescente.
Ferro Rodrigues é "cool"
"Tá-se cool e tá-se bem/ Entrega-te ao meu som é agora o que convém", prossegue Pac Man, profetizando, minutos depois, "15 golos contra Angola". Os Da Weasel metem o pé no acelerador e debitam um punk hardcore em excesso de velocidade. Nas bancadas, a assistência mais velha parece estupefacta com a demolição sonora. Por entre as hipnóticas luzes pisca-pisca do 'strob', vislumbra-se um rosto familiar Ferro Rodrigues.
"Eu gostei", disse o socialista ao JN, já depois dos Da Weasel saírem de cena. "Sobretudo supreendeu-me a adesão dos jovens lusodescendentes que sabem as letras", acrescentou, considerando que "são músicas muitos intensivas". Enquanto se abeira do balcão de petiscos nos bastidores, Ferro Rodrigues promete "Vou ficar para os Xutos". E assevera: "São do meu tempo".
'Bière Speciale'
É intervalo e a malta aguarda a aparição dos Xutos & Pontapés. O povo espalha-se pelos corredores e tenta curar a desidratação no bar. Em todos eles se exibe uma cartaz "Bière Speciale Portugaise: Super Bock!". Ninguém hesita, apesar do preço assustador: 4 euros a lata. Mas há um problema maior: não estão frescas. "Toquei numa lata e quase me queimei!", assegura-nos, impressionado, um jornalista da RTP. Os Xutos sobem ao palco.
"Eu cá sou bom, sou muito bom, sou sempre a abrir!", canta o vocalista Tim, enquanto que Zé Pedro, a seu lado, demonstra por que é o guitarrista mais estiloso do rock tuga, movendo-se qual Slash de Campo de Ourique, a lançar sorrisos contagiantes à assistência. Nota-se que é o preferido do povo e sente-se que a multidão está ainda mais solta.
Firme e hirto...
Entretanto, às portas de um dos bares há um grande corrupio Pac Man, que abandonara o 'backstage' para se misturar com a plebe, está literalmente rodeado de fãs, afogado em mãos e autógrafos. Todos berram, mas há quem lhe segrede ao ouvido, nomeadamente uma ruiva escultural de minissaia de ganga, com 1,78 metros e, segundo cálculos do JN, 61 quilos. Pac Man aceitar ser fotografado, sorri, é simpático, disponível, mas quando a ruiva volta à carga, minutos depois, ele mantém-se firme - e provavelmente hirto.
Lá dentro, os Xutos metem toda a gente a cantar os 'hits' e até Ferro Rodrigues acompanha os 'riffs' das guitarradas com abanões afirmativos da cabeça. O concerto acaba em apoteose com uma sequência de hinos. É quase meia-noite, no céu, lá fora, ergue-se uma lua cheia e o baterista Kalu, encharcado em suor, desce as escadas do palco. João Nobre, o baixista dos Da Weasel, abraça-o, dá-lhe os parabéns pela pujança do concerto e pergunta-lhe "Como é que ainda consegues estar vivo, carago?".
in Jornal de Notícias
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Segunda, 05 Junho 2006
Rock in Rio-Lisboa, Dia 4: Da Weasel na (Grande) Área
E pensar que, em 1999, os Da Weasel asseguravam a primeira parte do espectáculo dos Red Hot Chili Peppers em Portugal. Vários álbuns e digressões volvidos, a doninha repetiu a proeza de actuar no mesmo palco que «uma das melhores bandas do mundo», como anunciou Pacman no penúltimo dia do Rock in Rio-Lisboa. Mas, desta vez, os Da Weasel já jogam no mesmo campeonato que os RHCP, como provaram as mais de 70 mil pessoas que vibraram com este concerto de dia 03 de Junho, mesmo estando, muitas delas, à margem do circuito hip-hop. «Tudo sangue bom», segundo Pacman. A máquina dos Da Weasel está, efectivamente, mais afinada que nunca. Os espectáculos repetidos à exaustão um pouco por todo o país - e além-fronteiras, se contarmos com os concertos em França - tornam a doninha numa das melhores bandas ao vivo (não apenas) de Portugal. No Rock in Rio-Lisboa, os efeitos pirotécnicos vieram ajudar à festa, com fogo (de artifício e do outro que queima) a rebentar do palco e, nos ecrãs gigantes, vídeos de dança hip-hop ou de Manuel Cruz (o carismático vocalista dos Pluto e Supernada, ex-Ornatos Violeta) a acompanhar o dueto 'Casa (Vem Fazer de Conta)'. Por entre a euforia, Virgul mostrou-se particularmente romântico e foi escamando T-Shirts com declarações de amor até surgir o nome do objecto da sua afeição. Depois, ciúmes à parte, dedicou 'Re-Tratamento' a todas «ninas» no recinto. Como já é habitual nos concertos dos Da Weasel, os melhores momentos chegaram com 'Outro Nível' e 'Tás Na Boa', tema com que a banda encerrou o espectáculo. Não que quisessem, porque o alinhamento previa mais duas canções, mas porque já se fazia tarde.
Alinhamento dos Da Weasel:
Intro Força (Uma Página de História) Essência
Pedaço de Arte - Versão California Love
(No Princípio) Era o Verbo
O Puro
Baile (Aquele Beat)
Carrossel (Às Vezes Dá-me Para Isto)
Duia
GTA
O Real
Casa (Vem Fazer de Conta)
Jam DJ
Todagente
Outro Nível
Re-Tratamento
Bomboca (Morde a Bala)
Fight 4 Your Right (versão dos Beastie Boys)
Loja (Canção do Carocho)
Tás na Boa
Ana Raquel Martins
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Sábado, 27 Maio 2006
Madeira@Paradise e Da Weasel em St.ª Cruz
As Festas do Concelho de Santa Cruz serão marcadas pela 2.ª edição do Madeira@Paradise e pela actuação conjunta dos Da Weasel e da Orquestra Clássica da Madeira. Este evento contará com a presença de alguns dos mais conhecidos DJ do Mundo.
A2.ª edição do Madeira@Paradise e a actuação dos Da Weasel, juntamente com a Orquestra Clássica da Madeira, são os pontos altos das Festas do Concelho de Santa Cruz, ontem apresentadas.
O Madeira@Paradise irá ter lugar nos dias 30 de Junho e 1 de Julho, no Porto Novo, a partir das 23 horas, e irá contar com a presença de DJ de topo mundial.
Segundo Dário Silva, responsável pela organização, o primeiro dia de festival terá como cabeça-de-cartaz o DJ John Digweed, o mais conceituado que alguma vez actuou na Região. Segundo referiu, desde 1997 que este se encontra entre os cinco melhores do Mundo, tendo em 2001 sido eleito o melhor, pelas revistas da especialidade. No segundo dia, o destaque vai para o DJ Vibe, que é igualmente um dos mais conhecidos a nível mundial.
Ainda do rol dos DJ internacionais, estarão presentes o DJ CUE, um dos mais conceituados de Miami, e o DJ Jimmy Van M, que toca juntamente com os melhores do Mundo, nos maiores festivais de música de dança. O certame contará também com a presença do DJ madeirense Michael Montez e dos santa-cruzenses “Fusion Project”.
Os bilhetes para o evento estarão à venda a partir do dia 15 de Junho, na loja “Arcoíris” do Centro Comercial Tavira e na “Cheyenne” do Forum Madeira, custando 10 euros por dia. Refira-se que os primeiros mil clientes a comprar bilhetes para os dois dias nesta loja receberão uma “T-shirt” grátis. Para os interessados, haverá autocarros grátis entre o Funchal e Santa Cruz.
O presidente da Câmara de Santa Cruz sublinhou o facto de este evento permitir que sejam apresentados os novos valores do concelho no que concerne a este género musical, designadamente os DJ Paul e Diniz.
O concerto dos Da Weasel com a Orquestra Clássica da Madeira está marcado para o dia 14 de Junho, no Porto de Abrigo de Santa Cruz.
Nos dias 14 e 15 de Junho, terá lugar um torneio de andebol jovem e nos dias 23 a 25 um para veteranos. Nestes últimos dias realizar-se-á a Feira das Casas do Povo, que dará a conhecer a cultura popular e tradicional.
A vertente social também não será esquecida, tendo em conta que os patrocinadores das Festas do Concelho irão oferecer um frigorífico, um fogão e um televisor a um centro de convívio para idosos, no sítio de Gaula de Cima.
Ricardo Caldeira
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