Segunda, 02 Abril 2007

"Amor, escárnio e maldizer" atinge a platina no dia de edição

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O sexto álbum de originais dos Da Weasel chegou esta segunda-feira às lojas. E alcançou já um resultado histórico para a banda portuguesa: disco de platina no próprio dia de lançamento. "Amor, Escárnio e Maldizer" inclui um elenco de convidades que reflecte o amadurecimento artístico do grupo.

Por vendas superiores a 20 mil exemplares, o sucessor de "Re-Definições" conta já um galardão de platina. Prémio para um álbum de continuidade, mas também de amadurecimento.

Em "Amor, Escárnio e Maldizer", os Da Weasel assumem-se trovadores urbanos. "O que estamos a fazer não é muito diferente do que os jograis faziam e o tema é muito actual", disse o baixista João Nobre, numa entrevista recente à agência Lusa.

Entre interlúdios e canções, o alinhamento sugere vários géneros musicais, da bossa-nova de "Toque-Toque" ao hip hop mais pesado de "Sistema do Sistema", à medida que passam do Amor para o Escárnio e daqui para o Maldizer.

A evolução sonora é adensada pelos artistas que os Da Weasel convocaram para o novo álbum, uma experiência que só foi possível, segundo João Nobre, graças ao amadurecimento da banda, formada em 1993.

Convidaram o pianista Bernardo Sassetti para o tema intimista "A palavra", os Gato Fedorento para um interlúdio humorado e o maestro Rui Massena, com quem já tinham trabalhado anteriormente, que fez arranjos orquestrais para três temas.

O músico jamaico-americano Atiba partilha com a banda o tema "International Luv" e o escritor José Luís Peixoto escreveu para "Negócios Estrangeiros".

A presença mais internacional será a da Orquestra Sinfónica de Praga, com a qual os Da Weasel gravaram os três temas com arranjos de Rui Massena, na República Checa.

Todas as colaborações são também o reflexo de um desafio que a banda colocou a si mesma: subir a fasquia depois do sucesso obtido com "Re-Definições". João Nobre sublinha o ecletismo da banda, que se define para lá do hip hop: "Somos ecléticos e sempre bebemos no rock, no ragga, no pop".

Nos próximos meses, os Da Weasel vão pôr à prova, em concertos por todo o país, a consistência das novas canções, num alinhamento que contará obviamente com êxitos dos álbuns anteriores. Até ao final do ano, em Lisboa estão previstas apenas duas actuações, em Maio no festival Creamfields e em Junho no festival Alive (Oeiras).

Há ainda a possibilidade de internacionalizar o álbum, tal como aconteceu com "Re-Definições" em países como Grécia, Espanha, Suíça e França.

Com Lusa

 

in Sic Online 

 

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Escárnio Da Weasel, desta vez com estrelas

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Pac man, vocalista, letrista e figura central dos Da Weasel

 

 

No interior das instalações da editora EMI é expressamente proibido fumar. Mas numa das salas com vista para o Oceanário de Lisboa, os Da Weasel abrem as janelas e acendem cigarros despreocupadamente enquanto esvaziam latas de Super Bock às cinco da tarde - as latas vazias viram cinzeiros. Ao lado da banda, as mesas estão cheias de centenas (milhares?) de capas do novo disco. E os músicos passaram a tarde a rabiscar autógrafos.

Aquele que é o sexto álbum original da banda chega hoje às lojas e intitula-se "Amor, escárnio e maldizer". Pacman esclarece os seus hábitos de leitura não passam por poesia medieval portuguesa, "a não ser aquela que todos já lemos na escola". A explicação para o título do disco está aqui: "Esses três temas da cena histórica continuam intemporais. O escárnio e o maldizer são uma coisa muito própria de Portugal e de Espanha", prossegue o vocalista. "Apenas fazemos a transposição para a actualidade".

"Tu és Nigga?"

Outros que também o fazem - e fazem-no melhor ninguém - são os quatro Gato Fedorento. É por isso que os humoristas são convidados do disco. "Eles cumprem bem a função do escárnio e maldizer e são os gajos que hoje mais parodiam e gozam com a sociedade e com os políticos", aponta Pacman. "Passamos-lhes a letra de um tema e pedimos-lhe um 'skit'", revela o cantor do penteado rastafari sofisticado. O hilariante 'skit' intitula-se "Ó Nigga, tu és nigga, Nigga?" e antecede a faixa "Niggaz", na qual Pacman tenta abrir os olhos a uma certa juventude que pouco ou nada mais faz do que fumar tarolos enquanto aglotina tiques do hip-hop. Pac Man canta "Caga lá no 50 Cent, pára e sente, usa a mente, tu és/ diferente/ tá na hora de seguir em frente ouve o meu refrão isto é urgente/ cala a boca, Nigga/ fica esperto Nigga/ Orienta a vida/ e segue em frente Nigga".

As colaborações para este disco não se ficam por aí. Escassos meses após os espectáculos com a Orquestra Sinfónica, a banda voltou a chamar o maestro Rui Massena para nova aventura gravar, em estúdio, três faixas com Orquestra. Desta vez, os Da Weasel recorreram à Orquestra Sinfónia de Praga, viajando para a capital da República Checa. O que os levou a gravar no estrangeiro? A razão mais simples: economizar dinheiro. "Gravar com uma orquestra é muito mais barato lá", avisa o baixista João Nobre. "Eles têm vários estúdios próprios para gravações com orquestras ao passo que cá teríamos que adaptar uma sala".

O resto do disco - 18 faixas - foi gravado num estúdio em Olhão, no Algarve. Os Da Weasel entraram com a maioria das composições escritas e em Janeiro registaram tudo. Pelo meio, apareceu outra surpresa o pianista Bernardo Sassetti. "Surgiu um tema com piano que quisemos entregá-lo ao Sassetti", lembra o baixista. "Ele aceitou quase de imediato". O rol de convidados continua: o jamaico-americano Atiba, o escritor José Luís Peixoto (letra de "Negócios Estrangeiros") e Buraka Som Sistema (remistura de "Dialectos").

"Situação incontrolável"

Numa época em que as editoras vivem tempos de crise e incerteza face às cópias ilegais e aos downloads, os Da Weasel têm, pelo menos até agora, consolidado a sua posição no mercado o disco anterior ("Re-definições") vendeu quatro platinas (acima de 80 mil unidades). João Nobre vê tudo com lucidez: "Foi uma situação atípica; o que fazemos é muito dirigido a malta que copia música". Pacman corrobora: "A Floribella e os 4Taste ultrapassaram as vendas porque quem os ouve não são gajos com idades para sacar discos - são crianças de 5 ou 6 anos. São os pais que lhes compram os discos".

Resta saber se o mesmo acontecerá com "Amor, Escárnio e Maldizer", até porque actualmente proliferam os leitores portáteis de mp3 - uma abundância claramente superior à da altura de "Re-definições". Apesar de terem noção de que se trata de "um fenómeno incontornável e incontrolável", nada parece inquietar a banda "A única coisa que nos preocupa é fazer um bom disco. E a única pressão que sentimos passa por aí: por trabalharmos e aplicarmo-nos".

Cristiano Pereira

in Jornal de Notícias

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Amor, escárnio e maldizer: ontem como hoje

Em seis meses, o sexteto português faz do rock e do hip hop uma linguagem só, preparou um novo disco com os temas de sempre. Amor, Escárnio e Maldizer conta com a ajuda dos Gato Fedorento, de Simão Sabrosa e da Orquestra Sinfónica Checa. Seguem-se as explicações do vocalista e letrista Pacman e do seu irmão, o baixista Jay Jay.

Amor, Escárnio e Maldizer foi anunciado como um disco conceitual. Em que conceito assenta o álbum?

Pacman: A ideia surgiu ao verificarmos que aquilo que fazemos hoje nos Da Weasel remete muito para o que já se faz há centenas de anos: as canções de amor, amigo, escárnio e maldizer. Há coisas que se mantêm intemporais –o amor é algo de que se há de falar sempre, escárnio e maldizer também. Achámos giro fazer a ponte para os dias de hoje.

Onde ficaram, então, as canções de amigo?

P: As canções de amigo não fazem muito sentido hoje em dia, porque eram canções escritas por homens como se fossem mulheres a cantar, e eram canções de amor disfarçadas de amizade. Havia uma camuflagem que hoje não faz sentido.

Isso quer dizer que acreditam que hoje ninguém se disfarça. Mesmo com a utilização actual da internet?

P: Quando falava nas cantigas de amigo era por a mulher não ter a liberdade que tem hoje em dia. São coisas diferentes. Camuflagens há muitas, claro, muitas mesmo [risos]. É o que não falta. E é uma coisa que não me agrada muito. Acho que muitas pessoas se barricam e vivem vidas que não são as delas através da net e só conseguem ser alguém dentro da net porque não o conseguem na vida real. Isso é um bocado triste.

O maldizer também acaba por estar facilitado pela mesma via.

P: Sim, mas pode ser uma arma bastante importante. Se a informação estiver muito controlada nos média, seja pelo Governo, por lobbies, pelo que for, são canais que permitem pôr o dedo na ferida com mais facilidade.

Há um tema no disco, ‘Cowboys’, em que se fala de heróis à antiga. Hoje, pelo contrário,já não há um herói com barba por fazer…

P: É uma piada a essa e outras coisas – até à cena metrossexual que já começa a ser um bocado demais. Mas, por outro lado, há uma série de anti-heróis a surgir. Ao mesmo tempo que há esses heróis assépticos, há sempre outra corrente a perverter a coisa.

Este álbum foi gravado num período muito curto. Tiveram a pressão de ter de entrar em estúdio em determinada data?

Jay Jay: Sim, e chegou a ser preocupante. Quando nos disseram que em Março tínhamos de entregar um álbum começou imediatamente o stress. Embora tivéssemos cerca de seis meses, foi uma corrida contra o tempo. Tem-se a obrigação de compor e isso não é muito porreiro. O meu dia começava com o pensamento na composição e ia-me deitar a pensar no mesmo.

Deitava-me com um gravador porque a meio da noite podia surgir uma ideia e não estava numa de pegar na guitarra. Isto é bem revelador da pressão que colocámos em cima de nós próprios.

Dorme-se mal nessas alturas?

P: Não, com o tinto que se bebe. Acorda-se é mal [risos].

Gravaram três temas com a Orquestra Sinfónica Checa. Para quem começou no hip hop deve ser curioso, no mínimo, fazer algo que tem tão pouco a ver com a cultura de rua.

P: É curioso e foi um privilégio, muito recompensador.

J: E principalmente ver um tipo como o maestro Rui Massena aberto e ávido também de fazer isto connosco. O que é revelador de muita abertura. Despertou muita curiosidade e muita apreensão ao mesmo tempo.

E não receiam que o vosso público pense ‘estes tipos já estão velhos, a gravar com orquestra…’?

J: Não, porque, ao mesmo tempo, temos momentos no disco que puxam exactamente no sentido oposto. Não de uma forma premeditada, mas porque somos assim.

P: E mesmo o feedback dos mais putos ou de pessoas que não estão à partida tão viradas para este tipo de coisas, do que ouviram antes de o disco sair, foi extremamente positivo.

Como surgiu a participação dos Gato Fedorento?

P: Mais uma vez é a história do Amor, Escárnio e Maldizer. Se há jograis hoje em dia em Portugal, no sentido de ‘picar’ a política e a sociedade em geral, são os Gato Fedorento. São muito bons a fazer uma crítica irónica e sarcástica.

Na altura que fomos ao programa deles, já tendo este conceito para o disco, pensámos que eles poderiam fazer sentido. Quando vimos o tema ‘Niggaz’, achámos que o tema era a cara deles, passámos-lhes a letra e dissemos-lhes para fazer o que quisessem.

Mas havia da vossa parte um intuito de provocação? Porque por muito que a ideia de crítica ao estereótipo dos miúdos que ouvem hip hop já existisse no vosso tema, o lado de escárnio é muito acentuado pela participação deles.

P: Se estamos a pedir aos Gato Fedorento já se sabe que vai sair uma coisa passível de ser provocatória. Mas é uma crítica perfeitamente válida, não é gratuita porque é uma situação real. Há uns quantos putos que pensam que estão a entrar num ‘filme’ em vez de o ver apenas.

Revêem-se, imitam e entram num imaginário que não lhes pertence, que é o do 50 Cent, da cena gangsta norte-americana e que às vezes resvala para A Cidade de Deus quando a nossa realidade não tem nada a ver com isso. São putos dos 13 aos 17 anos, aquela idade em que são muito influenciáveis.

Isto é um ‘Pensa bem e vais ver que este não é o teu filme, podes vê-lo, como eu também vejo, e sacares dali o que quiseres. Mas não podes entrar nele: primeiro, porque não tens pedal para isso; segundo, porque não é a tua realidade’.

E porquê convidar o Simão Sabrosa, um futebolista?

P: É num tema que se chama ‘Bora Lá Fazer a P*** da Revolução’, muito irónico mesmo. É sobre um gajo que diz ‘vamos fazer uma revolução, está na hora de mudar as coisas’.

E depois vai a ver o calendário da semana e é complicado – à segunda sai tarde, à terça e à quinta tem terapia, à quarta-feira tem ‘cartada’ com a malta, à sexta tem de beber um copo por causa do stress todo da semana a trabalhar, no sábado leva o puto ao happy meal e resta o domingo para a revolução. Se o Benfica não jogar, está combinado. No final do tema, telefona o Simão a dizer «como é, querem bilhetes para domingo?».

Acreditam nalgum tipo de revolução?

P: Claro que sim, sempre. Isto é uma provocação a nós próprios. Mas o primeiro passo de qualquer revolução, e que faz realmente falta, é a revolução pessoal, que é de longe mais difícil. Se cada um fizer a sua revolução pessoal e tiver mais aberto e disposto, aí podemos partir para outros voos.

Neste disco, apelamos para uma coisa muito mais primária que querer salvar o mundo. Primeiro trata de ti, mete a cabeça em ordem, coisas que apontam para um nível mais pessoal, para depois ter cabedal para entrar noutras revoluções. Não vamos querer salvar o mundo sem sequer ter a casa arrumada. Nessa revolução acreditamos e passa pela música. Acho que nossa música cumpre a sua parte.

 Há uma desilusão geracional por parte dos que lutaram pelo 25 de Abril. Sentem que a vossa geração também está a falhar um propósito de mudar as coisas?

P: Acho que as coisas antes do 25 de Abril eram muito mais claras, ou se estava de um lado ou se estava de outro. Agora é tudo muito mais difuso. É tudo muito confuso. O PS, será esquerda, centro ou direita? Há um capitalismo desenfreado e um consumismo incrível. E revejo-me um bocado nisso – quer queira quer não acabo por ser levado muitas vezes por isso. Vivemos numa sociedade do ‘compra isto, compra aquilo, faz esta dieta, sê bonito’.

A sociedade está a concentrar-se só em coisas muito superficiais. Não acho que seja um problema específico de Portugal pós-25 de Abril, mas algo global.

Tanto que não aceito essa desculpa do Salazar ter sido eleito como Grande Português como uma desilusão das pessoas com o 25 de Abril. Não é por aí. Não é sintomático nem representativo de coisa alguma. Muito menos da nova geração, que de certeza não votou.

Há um certo desinteresse nas coisas que acho mais importantes, nas coisas básicas: não pelo lado em que se está politicamente, mas sim pelo respeito pelos outros, pelos valores fundamentais. Mas se me derem a escolher Portugal ou Estados Unidos, não penso sequer duas vezes. Acho que aqui estamos muito mais ‘à frente’ e tmeos pessoas a fazer coisas muito mais interessantes e conscientes.

Ao chamarem para o disco o Simão Sabrosa e os Gato Fedorento, ídolos dos adolescentes, há um objectivo de cativar esse público?

J: Não, porque são os nossos ídolos também. É um privilégio poder partilhar um trabalho com pessoas que nós admiramos. Não tem nada a ver com marketing ou vendas. Estão lá porque fazem sentido.

Não é colado com cuspo. Se sentíssemos isso provavelmente não teriam entrado. Também conseguimos ser fãs. Quando o [pianista Bernardo] Sassetti respondeu a dizer que aceitava participar no disco eu estava a tremer. É impagável fazer um disco com pessoas tão interessantes.

Por Gonçalo Frota

in Sol

 

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Quarta, 28 Março 2007

The Gift e Da Weasel no Estádio Algarve

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 A zona 'Fun Park' do Rally de Portugal vai ter concertos e um mini-salão automóvel, entre outras atracções.
 

Não vai faltar animação em torno do Rally de Portugal, prova que este ano integra o calendário do Campeonato do Mundo, onde estão os melhores pilotos e máquinas na actualidade.

Para que as atenções se concentrem no Estádio Algarve, a organização montou uma zona anexa ao recinto, com uma grande área para espectáculos, simuladores de corridas, restauração e um mini-salão automóvel, com 24 marcas presentes.

O hip-hop dos Da Weasel sobe ao palco do 'Fun Park' na noite de sexta-feira. Na tarde de sábado, a animação fica a cargo do ‘ex-morango’ FF. Poucas horas mais tarde actuam os portugueses The Gift.

in Observatório do Algarve 

22:25 Escrito em Concertos | Permalink | Comentários (0) | Enviar por e-mail

Sábado, 24 Março 2007

Ouve o novo disco em primeira mão na Antena 3

Durante esta semana, a Antena 3 revela as novas músicas de "Amor, Escárnio e Maldizer". Podem ouvir as canções ao longo do dia e também na "Portugália" (21h) de Henrique Amaro.

Este disco conta com um vasto rol de colaborações como o pianista Bernardo Sassetti, do escritor José Luís Peixoto, Atiba, do maestro Rui Massena e da Orquestra Sinfónica de Praga, do Gato Fedorento, Simão Sabrosa, Buraka Som Sistema e de Vikter Duplaix.

Fiquem ligados na 3 !!!

 

in Antena 3 

11:35 Escrito em Radio | Permalink | Comentários (1) | Enviar por e-mail

Quarta, 21 Março 2007

«Dialectos da Ternura»: os Da Weasel de volta aos vídeos

Vídeo para o primeiro single do novo álbum dos Da Weasel começou a rodar na MTV.

«Dialectos da Ternura» já anda nas bocas do mundo e já pode ser visto na televisão. O vídeo que ilustra o single de antecipação de Amor, Escárnio e Maldizer , sexto longa-duração dos Da Weasel, estreou na MTV e rodará em exclusivo no canal até dia 27. 

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Realizado por Bruno Pinhal - que no passado trabalhou com a banda de Pacman em «Casa (vem fazer de conta)» - o novo vídeo vem juntar imagem ao primeiro tema conhecido do álbum, que tem lançamento previsto para 2 de Abril.
Amor, Escárnio e Maldizer conta com várias colaborações, de onde se destacam os nomes do pianista Bernardo Sassetti, do escritor José Luís Peixoto, dos Buraka Som Sistema e do produtor/DJ Vikter Duplaix. Será disponibilizada uma edição especial do álbum, com algum material extra: uma remistura para o primeiro single, dois temas instrumentais e um DVD com imagens captadas em estúdio durante as gravações.  

 in Blitz

23:55 Escrito em Videos | Permalink | Comentários (1) | Enviar por e-mail

Top 3 da Antena 3

A Doninha está em 2º Lugar com o tema: "Dialectos da ternura".

Vota Aqui.

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Quinta, 15 Março 2007

Festival Creamfields pela primeira vez em Portugal

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Prodigy, Soulwax, Who Made Who, Da Weasel e Expensive Soul actuam a 19 de Maio, em Lisboa.

No dia 19 de Maio, o Parque da Belavista, em Lisboa, vai ser palco do Festival Creamfields. O evento de música electrónica, criado há dez anos no Reino Unido, teve a sua primeira edição em 1998 e chega agora a Portugal.

O cartaz ainda não está fechado mas nomes como os Prodigy (na foto), Soulwax, Who Made Who, Da Weasel e Expensive Soul já estão confirmados. São 53 artistas portugueses e estrangeiros em 16 horas ininterruptas de música.

Apesar de ter sido criado com ligação à música electrónica, o festival tem vindo a modificar o seu conceito ao longo dos anos incluindo estilos musicais como pop, rock ou reggae. No recinto vão estar espalhados oito espaços para acolher concertos e actuações de DJ.

O Festival Creamfields nasceu nos anos 90 em Liverpool, Reino Unido, na discoteca Cream. Desde então, já passou por países como Rússia, México, Brasil, Espanha, Turquia e Polónia.

 

in JornalismoPortoNet

 

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Sábado, 10 Março 2007

Da Weasel a 2 de Abril

O novo álbum dos Da Weasel chega às lojas dia 2 de Abril e chama-se Amor, Escárnio e Maldizer.

Foram revelados ontem, num site especialmente criado para o efeito, vários pormenores relativos ao próximo álbum do Da Weasel que, podemos desde já adiantar, serão entrevistados para o próximo número da revista BLITZ.

Além do título, inspirado na poesia medieval portuguesa, os Da Weasel revelam que a edição do seu novo CD será acompanhada por uma versão especial na qual se incluem uma remistura pelos Buraka Som Sistema para o single "Dialectos da Ternura", dois instrumentais e ainda um DVD com o filme da gravação do disco, que como se sabe teve lugar num estúdio no Algarve.

Da lista de convidados fazem parte Bernardo Sassetti, José Luís Peixoto (que escreveu a letra do tema "Negócios Estrangeiros"), do jamaico-americano Atiba (em dueto com Virgul na faixa "International Luv"), o maestro Rui Massena e a Orquestra Sinfónica de Praga e até dos Gato Fedorente, responsáveis por um hilariante skit sobre niggaz. O produtor Viktor Duplaix assinou ainda uma remistura de "Toque Toque".

 

in Blitz

15:40 Escrito em Notícias | Permalink | Comentários (0) | Enviar por e-mail

Domingo, 04 Março 2007

Rui Massena participa no álbum dos Da Weasel

O novo álbum dos Da Weasel, que tem data de lançamento prevista para o dia 2 de Abril,
apesar de ainda não ter título definido, conta com a colaboração do maestro titular da Orquestra Clássica da Madeira, Rui Massena. O pianista Bernardo Sassetti, o escritor José Luís Peixoto e a Orquestra Sinfónica de Praga são outros dos nomes avançados pelo site do Cotonete e que fazem parte da produção do disco que precede o álbum “Re-Definições”. O primeiro avanço é o single “Dialectos de Ternura” que já roda nas rádios nacionais.
De referir que o colectivo de Almada tem actuação marcada para o Festival Alive que decorre a 8, 9 e 10 de Junho, em Algés. Pearl Jam, Smashing Pumpkins, Linkin Park, Beastie Boys e Sam the Kid são outros dos nomes do cartaz.

Mouraria inaugura dia 6 de Março mostra de fotografia
A Mouraria Galeria inaugura na próxima terça-feira, dia 6 de Março, pelas 18h30, a colectiva de fotografia intitulada “Um mar boro ou 177,90” no espaço Project Room, da autoria de jovens autores e utilizadores do site olhares.com. A expor, na sua maioria, pela primeira vez ao público, os jovens que participam nesta mostra são o Bruni Beri, Dayana Fernandes, Dionísio Correia, Duarte Pinto, Gonçalo Santos, João Freire, Ricardo Ferreira, Sandra Gonçalves, Sara Perestrelo, Sílvio Cró e e Steev Vieira. Esta exposição estará patente na sala Project Room e poderá ser visitada até 20 de Março, no horário habitual da galeria, de segunda a sexta-feira 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00 e ao sábado 10h00 das 13h00.

 

in Jornal da Madeira

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